Obrigada meu caro amigo bloggista Pedro, devo pedir desculpa, antes de mais, aos que passam por este espaço e perdem alguns minutos do seu precioso tempo, a ler aquilo que escrevo e agradeço-te em especial a ti por me relembrares isso mesmo.
Desfraldei ao vento a vela redonda e decidi arriscar tomando um rumo de mar revolto, esse inconstante mar de vagas brancas de escuma que existem no inconstante brilho dos teus olhos de prata.
Ouvia-te rir ao longe, por detrás de montes e vales e sombras e abismos e tormentas ... e era mesmo para aí que me guiava a minha vontade. Jamais conseguirei superar estes abismos de negro para chegar onde desejo, esta casca de noz é demasiado frágil, não vai aguentar! E por detrás dos meus ouvidos era só esta ladainha constante que se fazia ouvir, gritava e cantava tentando calar esse pessimismo que me ensurdecia.
Um dia percebi que já não havia mais por onde lutar... a força dos obstáculos tinha sido maior do que a minha e abandonei-me perdida, com as velas desfeitas e sem mais vida que quisesse lutar.
Vg
1 comentário:
um simples de nada, Vânia.
quanto ao texto, posso ser suspeito mas acho sempre interessante a ideia de "perdida". E sim, continuarei a vir cá.
P.
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